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17 de fev. de 2011

Decrescendo da Graça - Parte 1

"Paulo, cheio do Espírito Santo...disse: filho do diabo, cheio de todo o engano e de toda a malícia, inimigo de toda a justiça, não cessarás de perturbar os retos caminhos do Senhor?" (At 13.10).

Infelizmente você já deve ter ouvido falar do Dr. José Luis De Jesús Miranda, Ministério Internacional "Cresciendo en Gracia". Na verdade, um título mais adequado a este "ministério" seria "decrescendo da graça".

Em seu artigo “COMO ESTÁS VIVENDO: ANTES OU DESPOIS DA CRUZ?” (http://www.cegbrasil.com/despoisdacruz/), o Dr. JLJM explana suas aberrações doutrinárias. Rasgando toda a exegese de Gálatas 2:7, ele supostamente afirma que “A Bíblia estabelece que há dois evangelhos: o da circuncisão, que é a lei de Moisés, para os judeus e o da incircuncisão, a graça, para nós os gentios”. E para tal se utiliza algumas passagens bíblicas que são neotestamentárias e apostólicas, totalmente isoladas de seu contexto (típico de hereges e falsos profetas), supondo que estas tratam de assuntos referentes à Lei de Moisés (o “Antes da Cruz”). Confusamente, ao tentar propor uma distinção entre os “evangelho de Pedro” (1 Pe. 5:8; 2 Pe. 3:12) e o “evangelho de Paulo”, ele inclui no grupo de Pedro: a Tiago (Tg 2:24), João (I Jo 2:1,6), Lucas – um gentio (Atos 2:38), e o próprio Paulo (II Ts 2.11). Tendo a audácia demoníaca de sugerir que imitar a Jesus Cristo seria um rudimento característico da Lei, ou seja, sem validade ou utilidade para nós hoje que vivemos na Graça concedida em Jesus Cristo, o justo (I Jo 2.1).
E não para por aí. Quando expõe sobre o “evangelho de Paulo”, o Dr. JLJM, salienta os seguintes pontos: “Se vêem mortos ao pecado (Rm. 6:2); Sabem que o diabo foi destruído (Hb. 2:14); Tem deixado os rudimentos da doutrina de Cristo, vão adiante a perfeição (Hb. 6:1, Col. 2:20); Estão justificados por fé, sem as obras da lei (Rm. 3:28); São do Outro, do ressuscitado (Rm. 7:4, 2 Co. 5:16); Entendem o poder do Evangelho (Rm. 1:16, 2 Co. 12:9); Estão desfrutando a chegada do Senhor sem relação com o pecado (He. 9:26)”.

É isso que você leu mesmo. Esse enganador prega:
a) que o diabo não existe baseando-se apenas em Hb 2.14 e anulando todo o restante do N.T. que fala sobre a contínua ação de satanás (At 10.38; 13.10; II Co 6.15; Ef 4,.27; 6.11; I Ts 3.5; I Tm 3.6,7; II Tm 2.26; Tg 4.7; I Pe 5.8,9; I Jo 3.8,10; Ap 12.9,10,12.). Na Cruz, Jesus se manifestou para desfazer as obras do diabo (I Jo 3.8) e aniquilar o imperador da morte (Hb 2.14). É certo que o diabo não nos toca (I Jo 5.19), mas devemos desistir-lhe (Tg 4.7). E seu fim será no lago de fogo e enxofre (Ap 20.10).

b) uma suporta distinção entre Jesus de Nazaré e Jesus Cristo. Se o próprio Paulo declarou que “nada me propus saber entre vós, senão a Jesus Cristo, e este crucificado” (I Co 2.2). E o seu cuidado “para que a cruz de Cristo se não faça vã. Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus” (I Co 1.17,18). Paulo não faz esta distinção (I Tm 2.5; At 22.8). Nem Pedro (Atos 2.22-36 – onde Deus fez de Jesus Nazareno, Senhor e Cristo; At 3.6; 4.10; 6.14;). Nem João, que defendeu a divindade de Cristo, deixa de tratá-lo como Jesus de Nazaré (Jo 1.45;18.5,7;19.19 – se houve algum receio em identificar os “dois cristos” ele nem usaria o termo “nazareno” em seu evangelho. Pelo contrário, afirmou “nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus. E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo. (I Jo 4.2,3). Na verdade, esse Dr. JLJM tenta fazer essa distinção do “Jesus Nazareno” e de “Jesus Cristo”, objetivando criar uma brecha que não existiu e nunca haverá na eternidade de Jesus (Ap 1.4,8). Uma vez que, incutindo essa heresia nos seus seguidores, ele cria a hipótese de que Deus ainda estaria por enviar o salvador. Ao passo de que esse Dr. JLJM se auto proclama “Jesus Cristo homem” (http://www.cegbrasil.com/jesus-cristo-homem/) e obviamente busca trazer a glória da adoração para si (II Ts 2.3,4) está mais do que caracterizado ser uma manifestação do espírito do anticristo.

Esta apologia bíblica continua.

Em Cristo,
Pr. Ronaldo Lucena.

12 de nov. de 2010

A verdadeira Luz.

Amigos,

Em Jesus Cristo "estava a vida, e a vida era a luz dos homens." João 1:4
'Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo." João 1:9

Disse Jesus:
"Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida. João 8:12
Enquanto estou no mundo, sou a luz do mundo. João 9:5

Portanto,
"Vinde, ó casa de Jacó, e andemos na luz do SENHOR." Isaías 2:5
"O povo que andava em trevas, viu uma grande luz, e sobre os que habitavam na região da sombra da morte resplandeceu a luz." Isaías 9:2

"E esta é a mensagem que dele ouvimos, e vos anunciamos: que Deus é luz, e não há nele treva nenhuma." 1 João 1:5

Você precisa somente crer em Jesus Cristo, pois, "Eu sou a luz que vim ao mundo, para que todo aquele que crê em mim não permaneça nas trevas." João 12:46

Pr. Ronaldo Lucena

19 de fev. de 2010

Conhecer para Crer

É maravilhoso, ao lermos a 1ª carta de João, observarmos que o discípulo amado não têm receio algum em apresentar a relação entre o "conhecer" e o "crer". E isso é patente em toda sua epístola, como podemos ver a seguir:
"E nisto sabemos que o conhecemos: se guardarmos os seus mandamentos...Mas qualquer que guarda a sua palavra, o amor de Deus está nele verdadeiramente aperfeiçoado; nisto conhecemos que estamos nele...Pais, escrevo-vos, porque conhecestes aquele que é desde o princípio. Jovens, escrevo-vos, porque vencestes o maligno. Eu vos escrevi, filhos, porque conhecestes o Pai... Filhinhos, é já a última hora; e, como ouvistes que vem o anticristo, também agora muitos se têm feito anticristos, por onde conhecemos que é já a última hora...E vós tendes a unção do Santo, e sabeis tudo...Não vos escrevi porque não soubésseis a verdade, mas porque a sabeis, e porque nenhuma mentira vem da verdade...Se sabeis que ele é justo, sabeis que todo aquele que pratica a justiça é nascido dele." (I Jo 2.3,5,13,18,20,21,29).
"Amados, agora somos filhos de Deus, e ainda não é manifestado o que havemos de ser. Mas sabemos que, quando ele se manifestar, seremos semelhantes a ele; porque assim como é o veremos...E bem sabeis que ele se manifestou para tirar os nossos pecados; e nele não há pecado...Nós sabemos que passamos da morte para a vida, porque amamos os irmãos. Quem não ama a seu irmão permanece na morte...Qualquer que odeia a seu irmão é homicida. E vós sabeis que nenhum homicida tem a vida eterna permanecendo nele...Conhecemos o amor nisto: que ele deu a sua vida por nós, e nós devemos dar a vida pelos irmãos...E nisto conhecemos que somos da verdade, e diante dele asseguraremos nossos corações..Sabendo que, se o nosso coração nos condena, maior é Deus do que o nosso coração, e conhece todas as coisas...E aquele que guarda os seus mandamentos nele está, e ele nele. E nisto conhecemos que ele está em nós, pelo Espírito que nos tem dado." (I Jo 3.2,5,14-16,19,20,24)
" Nisto conhecereis o Espírito de Deus: Todo o espírito que confessa que Jesus Cristo veio em carne é de Deus...Nós somos de Deus; aquele que conhece a Deus ouve-nos; aquele que não é de Deus não nos ouve. Nisto conhecemos nós o espírito da verdade e o espírito do erro...Nisto conhecemos que estamos nele, e ele em nós, pois que nos deu do seu Espírito...E nós conhecemos, e cremos no amor que Deus nos tem. Deus é amor; e quem está em amor está em Deus, e Deus nele." (I Jo 4.2,6,13,16)
"Estas coisas vos escrevi, para que saibais que tendes a vida eterna, e para que creiais no nome do Filho de Deus...E, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições que lhe fizemos...Sabemos que todo aquele que é nascido de Deus não peca; mas o que de Deus é gerado conserva-se a si mesmo, e o maligno não lhe toca...Sabemos que somos de Deus, e que todo o mundo está no maligno...E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna." (I Jo 5.13,15,18-20)

E neste mesmo sentimento, disse o apóstolo Paulo: "...eu sei em quem tenho crido..."(II Timoteo 1.12). Pois, "Deus, nosso Salvador, quer que todos os homens se salvem e venham ao conhecimento da verdade. Porque há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, JESUS CRISTO, homem..." (I Timóteo 2.3-5)

E assim como orou o Mestre Jesus: "E a vida eterna é esta: que conheçam a ti só por único Deus verdadeiro e a Jesus Cristo, a quem enviaste" (João 17.3), minha oração também é que todos os que lerem esta mensagem o conheçam e creiam.

Pr. Ronaldo Lucena.

14 de set. de 2009

O Evangelho da graça

Certa feita, um jovem rico vai até Jesus e pergunta: "Bom Mestre, que farei para herdar a vida eterna?". Não é à toa que este é o ponto de partida de muita gente: fazer para merecer. A ênfase no "mérito" é imediatamente percebida por Jesus, que chama a sua atenção para a bondade de Deus: "Por que me chamas bom? Ninguém é bom, senão um, que é Deus". O jovem rico quer ser colocado no centro das atenções, e Jesus parece "entrar no seu jogo", indagando se ele sabia os mandamentos. Ora, isso era tudo o que o riquinho queria. Claro, ele guardava "todos" os mandamentos. Era candidatíssimo a um elogio do Mestre. Mas Jesus simplesmente o manda vender tudo o que possuía e dar aos pobres, para ter um tesouro nos céus, e depois segui-lo. Estragou a festa. O jovem saiu muito triste, porque era riquíssimo. (Lucas 18) Não é coincidência que Lucas cita antes duas passagens onde trata dos conceitos excludentes de graça e mérito. A primeira, uma parábola, na qual Jesus contrapunha o exaltado fariseu, que "fazia" por merecer o céu, e o humilhado publicano, que sequer ousava levantar a cabeça, e só clamava pela misericórdia de Deus. Quem saiu justificado foi o publicano, não o fariseu. A segunda, um fato, na passagem de Jesus com as crianças, quando Ele afirma que o Reino de Deus a elas pertence. Ambas se encontram nos versículos que imediatamente precedem a história do jovem aristocrata. Tanto no caso do publicano como no das crianças, o contraste com o homem rico dá-se simplesmente porque não há como discutir que eles tenham sido capazes de merecer o que quer que seja. O ponto central de Jesus é o seguinte: "Quem não receber o reino de Deus como uma criança de maneira alguma entrará nele". Ou seja: não há nada que qualquer um de nós possa fazer para merecer o Reino de Deus. Devemos simplesmente recebê-lo como criancinhas. E criancinhas ainda não tiveram tempo de fazer nada. O mundo do Novo Testamento não nutre nenhuma visão sentimental a respeito de crianças e não sustenta qualquer ilusão sobre bondade alguma inata nelas. Jesus não está absolutamente sugerindo que o céu é um imenso "playground". Ao contrário, as crianças são o nosso modelo, segundo Jesus, simplesmente porque não têm qualquer pretensão ao céu. Se estão mais próximas de Deus é porque são incompetentes, não porque são inocentes. Se recebem alguma coisa, tem de ser de presente, de graça. O exemplo mais radical de graça, ou favor imerecido, é o caso do ladrão da cruz. O que podia ele oferecer ou fazer de bom naquela hora crucial. Tudo o que tinha feito era pecar e fazer mal aos outros. E ele mesmo afirmou que merecia o castigo. Mas ele fez a única coisa que poderia fazer, e suplicou arrependido: "Lembra-te de mim quando vieres no teu reino". Esse homem, que nem mesmo sabemos o nome, conheceu o completo significado da graça. Nada podia fazer, a não ser pedir para ser lembrado. Mas lembrar o quê? Que ele estava na cruz pelos próprios pecados, impotente, merecedor da punição? Aquele ladrão reconheceu o que nem mesmo os sábios intérpretes da Lei e os religiosos o fizeram: ele sabia que não merecia o céu, e não havia nada que pudesse fazer para merecê-lo. Ele entendeu que Jesus tinha um Reino e queria estar lá, e sabia que o único caminho era pela graça. Agora, atente bem para o "outro evangelho" que estão pregando por aí, ensinando as pessoas a barganharem com Deus. Esse "toma-lá-dá-cá" é política monetária eclesiástica, algo usurpador por natureza, não o Evangelho de Cristo. O Evangelho de Cristo é o Evangelho da graça de Deus, cuja mensagem central é que Deus mostrou "a suprema riqueza da sua graça, em bondade para conosco, em Cristo Jesus" que morreu na cruz para nos salvar. Lembre-se: Não há nada que você possa fazer para merecer a salvação. Por quê? "Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie" (Ef 2.7-9). Ao morrer na cruz, Jesus disse: "Está consumado!". Está feito! Agora, a única coisa que lhe resta é receber a salvação pela graça, mediante a fé em Jesus. Você está pronto?
Pr. Samuel Câmara
E-mail: samuelcamara@boasnovas.tv